Dicas Especiais
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    Carnaval exige cuidado redobrado nas estradas!

    Consumo de álcool e excesso de velocidade podem estragar a folia num feriado que terá aumento de tráfego nas estradas.

    Confira algumas recomendações para uma viagem segura no feriado do Carnaval:

    ANTES DE PEGAR A ESTRADA

    • Verifique os freios, pneus, bateria, luzes, água e nível de óleo. Um pequeno detalhe não observado, pode acabar com seus planos de viagem;
    • Calcule o tempo de viagem levando em conta o grande fluxo de veículos nas estradas e a necessidade de fazer paradas;
    • O motorista deve estar descansado porque o sono é insuperável e um grande fator de acidentes;
    • Certifique-se de que todas as pessoas no veículo estão utilizando o cinto de segurança;
    • Se for dirigir, não beba.


    DURANTE A VIAGEM

    • Observe as regras de trânsito porque elas foram feitas para proteger as pessoas;
    • Antes e durante a viagem, o motorista deve evitar alimentação pesada, que pode provocar sono e lentidão nos reflexos;
    • Mantenha uma distância segura do carro da frente;
    • Em caso de problemas mecânicos, conduza o veículo para o acostamento, parando o máximo possível à direita, ligue o pisca-alerta, sinalize com o triângulo a uma distância de 30 metros e ligue para o telefone de emergência da rodovia;
    • Procure descer do carro pelo lado do carona e fique sempre na frente do veículo e de frente para o tráfego;
    • Mantenha o bom humor e uma atitude de colaboração, exercitando a paciência, educação e gentileza para com as outras pessoas.

    Fonte: Lettera Comunicação Estratégica

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    Dicas de manutenção para seu automóvel

    Injeção Eletrônica:

    A cada 40 mil quilômetros deve-se limpar os bicos da injeção eletrônica porque a sujeira presente no combustível pode entupir o sistema, aumentando o consumo e piorando o desempenho do motor.

    Velas:

    Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas. Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas que devem estar sempre reguladas.

    Sistema elétrico:

    Fique atento na altura dos faróis alto e baixo. Mantenha-os sempre regulados. Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro de mesma amperagem.

    Motor:

    O filtro de combustível precisa ser trocado entre 30 mil e 50 mil quilômetros. Veja também as correias dentada, do alternador, da bomba d´água, da direção hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Elas devem ser substituídas entres 40 mil e 50 mil quilômetros. Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível troque-as quando estiverem ressecadas, trincadas ou folgadas.

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    Economia combustível em caminhões

    1. Dirija em velocidade econômica, observando a faixa verde do conta-giros. Não trafegue em velocidade elevada nem ultrapasse os limites legais.
    2. Reduza o tempo em marcha lenta, desligue o motor ao estacionar.
    3. Planeje sua rota, evite congestionamentos e deslocamentos desnecessários.
    4. Mantenha os pneus calibrados.
    5. Não use "banguela", use freio motor.
    6. Não sobrecarregue o veículo.
    7. Mantenha o motor regulado.
    8. Mantenha a distância. Evite freadas e desacelerações desnecessárias.
    9. Arrume a carga de modo uniforme.
    10. Abasteça em postos que garantam a qualidade do diesel. Evite derramar o produto e verifique a vedação da tampa do tanque.
    11. Não acelere nas passagens de marcha.

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    O motor esta demorando para dar a partida? O que fazer?

    O diagnóstico para quando o carro não pega são inúmeros. Entre eles:

    • Carburador sujo ou entupido por impurezas existentes no combustível;
    • Motor afogado por excesso de combustível;
    • Bateria com pouca água, com o cabo frouxo ou oxidado;
    • Desregulagem do ponto de ignição, etc;
    • Outras causas para a lentidão na partida são velas gastas, cabos de vela mal colocados ou úmidos;
    • Motor de arranque com defeito;
    • Tampa do distribuidor rachada ou com defeito;
    • Falta de combustível no reservatório;
    • Nos carros sem ignição eletrônica, podem ser platinados gastos, queimados ou mal regulados;
    • Quando o veículo está rodando e, de repente, começa a engasgar como se estivesse sem forçar para continuar, pode ser alguma impureza do fundo do tanque de combustível que pode ter atingido o carburador ou a bomba, provocando entupimentos;
    • Outra causa possível é uma falha no sistema elétrico, na tampa do distribuidor ou defeito na bobina de ignição;
    • Aconselha-se aos motoristas a lerem o manual do fabricante e fazer revisões periódicas no veículo para evitar consertos mais complicados, prejuízos maiores, e para garantir a segurança no trânsito;
    • Superaquecimento - A correria do dia-a-dia faz com que as pessoas se lembrem de algumas coisas e se esqueçam de outras. No caso dos condutores do veículo, eles muitas vezes se esquecem de verificar a água do radiador ou do reservatório, desatenção que pode deixá-los à beira da estrada.

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    Que calçado utilizar para dirigir com mais segurança?

    Na hora de dirigir, é bom ficar de olho em todos os detalhes, como por exemplo, os sapatos com os quais você vai dirigir. Se você quer saber quais são os mais confortáveis e seguros para pilotar o seu carro, confira essas recomendações:

    1. Além de serem confortáveis, seus sapatos devem permitir sentir e acionar os pedais do veículo corretamente. Procure modelos que não apertem nem limitem o movimento dos pés enquanto você dirige.
    2. Preste atenção na sola do calçado, ela não pode grudar no tapete de borracha do carro. Se isso acontecer você pode pisar no acelerador e perder o controle do veículo.
    3. Se você precisa usar sapatos sociais, que não sejam confortáveis na hora de dirigir, leve mais um par de sapatos no carro, para que você possa dirigir tranquilamente.
    4. Mulheres não devem dirigir com sapatos de salto alto: eles deixam os pés sem um ponto de apoio e dificultam o contato com os pedais. Se não tiver um par de sapatos confortável de reserva, é preferível conduzir descalça.
    5. Não dirija com chinelos ou qualquer outro tipo de calçado que não proporcione segurança aos seus pés. Um calçado inadequado pode fazer com que o seu pé escorregue e aperte o acelerador sem querer.
    6. Não dirija com botas ou com sapatos que tenham solas muito grossas; a rigidez faz com que o pé perca a sensibilidade quando pisa nos pedais.
    7. As alpargatas, sandálias e rasteirinhas são confortáveis e flexíveis, mas a ausência de uma textura na sola pode fazer com que elas escorreguem nos pedais, ainda mais quando estiverem molhadas.
    8. Dirigir descalço não é permitido em muitos países. Evite fazê-lo, pois pode gerar uma situação perigosa.
    9. Os tênis de tecido são a melhor opção e a mais adequada às necessidades dos motoristas, principalmente os modelos que não tem a sola muito grossa.
    10. Dê uma olhada nos tapetes do veículo para evitar que alguma coisa neles (rachaduras, pedaços soltos) interfira ou impeça o movimento do pé.

    IMPORTANTE:

    • Seus gostos e a sua experiência vão lhe permitir escolher o calçado ideal para dirigir.
    • Os aspectos importantes que você tem que levar em consideração na hora de escolher o calçado certo são: conforto, firmeza, fixação e flexibilidade.
    • Dirigir com o tipo de calçado correto vai deixar a sua viagem seja mais prazerosa e segura.
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    Amarração de carga que percorre longas distâncias

    Esse é um assunto que interessa a todo caminhoneiro e garante a segurança do frete. A amarração de cargas é praticada todos os dias por milhares de motoristas e com certeza você, caminhoneiro, sabe que é muito arriscado seguir viagem se a sua carga não estiver bem amarrada – o risco de perdê-la é grande, além de gerar lentidão em suas viagens e insegurança a outros veículos nas estradas. É claro que a amarração mal feita não é o único causador de acidentes nas rodovias, mas a falta de normas técnicas e procedimentos para amarração e consolidação da carga contribuem para aumentar esses tristes números.

    É comum vermos muitas cordas em ação, cabos de aço, em alguns casos de máquinas pesadas o uso de correntes de aço e, mais recentemente, o uso de cintas de amarração com catraca. Mas lembre-se: não basta a utilização dos melhores equipamentos se não forem conectados de forma segura na carga e no veículo de transporte!

    Para melhor compreendermos a sistemática dos acidentes de transporte e a solução de contenção da carga, temos que levar em conta: forças físicas, estruturas veiculares, correta distribuição da carga, equipamentos de amarração (cabos de aço, cintas têxteis, correntes e cordas) e pontos de conexão na carroceria.

    Quando estamos no interior do caminhão em movimento, ao frear, arrancar ou fazer curvas, por exemplo, forças invisíveis atuam em nossos corpos e em tudo que estiver no veículo de transporte, inclusive a carga. Dessa forma é possível calcular a resistência dos equipamentos utilizados, além de algumas características adicionais como a força de pré-tensionamento.

    Bem amarrado

    A resistência dos equipamentos de amarração é importante, mas o que mais conta é a força aplicada e a manutenção desta força durante o transporte. É comum vermos caminhões rodando nas estradas com cintas e cordas afrouxadas, o que significa que a carga está totalmente solta e se uma situação emergencial de frenagem ocorrer, a carga iniciará o deslocamento contra a cabine, muitas vezes perfurando-a, danificando-a e, em alguns casos, causando ferimentos e até a morte dos integrantes.

    Se os pontos de amarração no veículo não tiverem resistência suficiente, estes podem romper ou entortar causando também acidentes. Notem que é um conjunto de fatores que manterão a segurança do sistema e o motorista deverá ter total controle sobre os mesmos.

    Equipamentos certos e em dia

    Mesmo quando um profissional dispõe dos melhores dispositivos e conhecimento técnico para a amarração, seu trabalho não será eficiente se não souber fazer a escolha certa dos equipamentos e, também, se não verificar se eles continuam em boas condições após o uso prolongado. É comum encontrarmos cabos de aço, cordas e cintas têxteis, muitos deles de acordo com os padrões exigidos, sendo utilizados sem critérios técnicos e de forma perigosa, aumentando os riscos de acidentes. Apresentamos algumas indicações de como escolher e os principais pontos que devem ser verificados para descobrir se os equipamentos continuam em bom estado.

    Ao comprar os equipamentos

    Todos os equipamentos utilizados em amarração de carga devem trazer identificação permanente e visível com algumas informações:

    • Nome do fabricante;
    • Carga máxima de trabalho em tração direta;
    • Comprimento;
    • Data de fabricação;
    • Número da norma brasileira (NBR);
    • Código de rastreabilidade;
    • Na compra exija sempre do fornecedor o certificado de garantia da qualidade e o certificado de teste do lote.

    Cintas têxteis

    São fios trançados de tecido plano que trabalham em conjunto com catracas e os terminais conectados na carroceria do caminhão. Em geral, são fabricados com material sintético, de preferência o poliéster, que apresenta boa resistência ao atrito e baixo alongamento - isto é, estica pouco.

    Existem cintas de diversas larguras - de 25 a 100 milímetros – usadas de acordo com o peso da carga. Para caminhões, as mais comuns são as cintas de 50 milímetros, para capacidades de carga entre 2 e 2,5 toneladas; e as de 100 milímetros, para cargas superiores a 5 toneladas. Por medida de segurança, nunca se deve ultrapassar o limite estabelecido para cada tipo de cinta.

    Dicas para usar:

    • Utilize somente cintas sem danos;
    • Não aplique nós às cintas de amarração;
    • Não utilize cintas de amarração em aplicações de elevação de cargas.

    Quando deixar de usar:

    • Com danos causados por produtos químicos;
    • Com perfurações, desfiamentos e deformações.

    Correntes

    Devem ser produzidas com aço de alta resistência (grau 80 no mínimo). Na amarração são tensionadas por meio de alavancas ou catracas apropriadas.

    Dicas para usar:

    • Utilize somente correntes em bom estado e inspecionadas;
    • Não dar nós nas correntes;
    • Não utilize as correntes em cantos vivos.

    Quando deixar de usar:

    • Com amassamentos, deformações, corrosão intensa.

    Cordas

    Como são mais comuns no mercado, na hora de comprar cordas para amarração de carga, é preciso observar alguns itens importantes. Preferencialmente deve-se utilizar as cordas trançadas.

    Diâmetro

    É a espessura da corda, medida em milímetros ou polegadas. Nas aplicações em que é preciso manter contato da corda com a mão, é importante que se observe a “pega”. Nesses casos, evite cordas com menos de 12 milímetros de diâmetro.

    Rendimento

    É a quantidade de metros encontrada em um quilo de corda (metro/quilo). Até cordas de um mesmo diâmetro têm rendimentos diferentes, pois as matérias-primas usadas na sua fabricação possuem pesos diferentes.

    Evite dar nós, pois eles reduzem a resistência da corda em até 40%.

    Carga de ruptura

    É o ponto de rompimento de uma corda quando submetida a um esforço superior a sua resistência. Escolha uma corda que seja adequada ao peso da carga a ser transportada pelo caminhão. A corda não pode trabalhar no seu limite máximo de resistência.

    Carga de trabalho

    É a carga média ideal a que uma corda deve ser submetida quando em uso. Este é o padrão correto na escolha de uma corda. Dependendo do grau de riscos empregados no uso de uma corda, ela deve ser usada bem abaixo do seu ponto de ruptura. Isso evita que a corda possa se romper causando acidentes.

    Elasticidade

    É a propriedade de alongamento de uma corda, ou o quanto ela estica. Este alongamento (alto ou baixo) resulta de uma combinação da fibra usada para fazer a corda e de como foi tecida. Cordas com elevada elasticidade podem comprometer a segurança pois “perdem o contato” com a carga, permitindo o deslizamento da mesma em freadas bruscas.

    Cabos de Aço

    Os cabos de aço para amarração são utilizados em catracas fixas ou em combinação com cintas ou correntes de amarração.

    Dicas para usar:

    • Utilize somente quando em bom estado e inspecionados;
    • Não aplicar nós nos cabos;
    • Não utilize os cabos em cantos vivos;
    • O uso de laços de cabos de aço com clipes não é recomendado para utilização em amarração de cargas, pois podem escorregar.

    Quando deixar de usar:

    • Se as presilhas ou olhais estiverem danificados;
    • Com redução do diâmetro, ruptura de arames e amassamentos;
    • Nos casos de corrosão do cabo e seus acessórios.

    Pontos de amarração

    Como muitos caminhões não têm pontos de amarração nas carrocerias, muitas vezes os terminais dos equipamentos são conectados em locais que não possuem resistência suficiente, aumentando o risco de acidentes.

    Caso seu veículo não tenha pontos de amarração com resistência identificada, procure uma empresa especializada que venda terminais basculantes soldáveis com resistência gravada em alto relevo no próprio equipamento.

    Não vale a pena se arriscar. Acidentes no transporte rodoviário de cargas costumam ser muito graves e podem colocar em risco a sua vida e a dos demais usuários da rodovia.